terça-feira, 28 de agosto de 2018

MÁQUINA PÚBLICA: DADOS COMPROVAM QUE BRASIL NÃO GASTA DEMAIS COM SERVIDORES

Levantamento do Ministério do Planejamento mostra que 30% do funcionalismo recebe até R$ 5,5 mil por mês, sendo que, nesta faixa, os vencimentos menores se situam abaixo de R$ 1,4 mil
Dados reais e acessíveis ao público comprovam que não há servidores demais no Brasil e que a folha salarial deles não representa risco de colapso das contas públicas da União, nem neste ano nem em 2019. Ao contrário do que alardeiam a imprensa e certos candidatos conservadores, que defendem a diminuição daquilo que costumam chamar, com viés negativo, de máquina pública. Nem mesmo comparado com outros países o Brasil tem um número de servidores exagerado, sequer os gastos com a folha estão fora do padrão civilizado do mundo capitalista.
Em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), em 2017 foram investidos 4,6% na folha de pagamento da União. Em 2005, a relação foi de 3,8% e, em 1995, de 5,4%. Essa breve série histórica demonstra que os números, que incluem os investimentos na folha dos três poderes e também de órgãos federais como empresas, fundações e autarquias, estão sob controle.
Relação entre o total de servidores e o total de pessoas com trabalho
Levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra o Brasil entre aqueles que têm menos servidores públicos em relação ao total de pessoas empregadas e em relação à população economicamente ativa (PEA). Os números exibidos pelas tabelas da OCDE incluem os servidores da administração direta dos três níveis de governo (União, estados e municípios), dos três poderes (incluindo Judiciário e Legislativo) e de empresas estatais, fundações, autarquias e até mesmo os gastos com organizações sociais e ONG's prestadoras de serviços públicos.

Fonte: site CUT

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

ADVOGADO ATENDERÁ ASSOCIADOS AO SINDISEC NESTA SEGUNDA 27

diretoria executiva do SINDISEC vem por meio deste comunicado, informar a seus associados, que o advogado Paulo Moisés atenderá na sede do sindicato nesta segunda dia 27, a partir das 9hs da manhã, por tanto, os interessados em consultar a assessoria jurídica devem comparecer no local e horário divulgados.


 Carnaubais, 24 de agosto de 2018

Atenciosamente,
À diretoria executiva do SINDISEC   

terça-feira, 21 de agosto de 2018

NOTA DE PESAR

É com bastante pesar que recebemos a notícia do falecimento do Sr. Panta Leão dos Santos. Queremos nesse momento trágico e doloroso da vida humana nos solidarizarmos com Rita de Jesus (esposa), filhos e demais familiares do servidor público por sua prematura partida. Panta Leão deixará saudades pelo exemplo de homem, amigo e cristão, que Deus conforte a todos os familiares dando força, fé e coragem para superar sua partida tão repentina.
Neste momento nos unimos em oração à sua família e amigos para que essa perda possa ser compreendida com a esperança do conforto de Deus.

À direção do SINDISEC vêm a público externar os mais sinceros sentimentos a toda família.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A REFORMA QUE NÃO BENEFICIA A CLASSE TRABALHADORA

A Reforma Trabalhista no Brasil de 2017 foi uma mudança significativa na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) instrumentalizada pela lei nº13.467 de 2017. Segundo o governo, o objetivo da reforma foi combater o desemprego e a crise econômica no país. O projeto de lei foi proposto e apresentado pelo Presidente da República, Michel Temer, em 23 de dezembro de 2016 na Câmara dos Deputados. Desde então, em sua tramitação, vinha passando por sucessivas discussões e também aglutinando emendas ao projeto original, como por exemplo, a proposta do fim da obrigatoriedade do imposto sindicalO projeto foi aprovado na Câmara dos deputados em 26 de abril de 2017 por 296 votos favoráveis e 177 votos contrários. No Senado Federal, foi aprovado em 11 de julho de 2017 por 50 a 26 votos. Foi sancionado pelo Presidente da República, Michel Temer, em 13 de julho de 2017 sem vetos. A lei passou a valer no país a partir de 11 de novembro do mesmo ano (120 dias após sua publicação no diário oficial). A reforma foi criticada pela CUT-Central Única dos Trabalhadores e outros sindicatos, pelo Ministério Público do Trabalho, pela Organização Internacional do Trabalho, entre outros. Foi defendida por economistas e empresários, bem como pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Ives Gandra Martins Filho.

NOTA
Os últimos dados divulgados pelo IBGE por meio da pesquisa Pnad contínua mostram que o país tem mais de 13,2 milhões de brasileiros desempregados.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

TRABALHADORES SE MOBILIZAM CONTRA RETROCESSOS

Fim de direitos já adquiridos, basta de desemprego, de preços abusivos do gás de cozinha e gasolina, basta de privatizações, de retrocessos sociais e trabalhistas, basta de arrocho salarial e de desmandos! É o que exigiram os trabalhadores e trabalhadoras em todo Brasil nesta sexta-feira dia 10, no Dia Nacional do Basta, com paralisações, atrasos de turnos, panfletagens, diálogo com a população e atos em todos os estados. O SINDISEC realizou neste 10 de agosto palestra para os sócios e a sociedade.